ANÁLISE QUALIDADE DE AR - Conceito Serviços e Comercio Ltda

O que fazemos

ANÁLISE QUALIDADE DE AR - Foto 1

ANÁLISE QUALIDADE DE AR

Por que devo realizar a Análise da Qualidade do Ar?

A análise da qualidade do ar deve ser realizada SEMESTRALMENTE para avaliar parâmetros de conforto como temperatura, umidade e velocidade do ar, assim como para descobrir o nível de dióxido de carbono e a presença de fungos patogênicos, toxigênicos e de outras substâncias prejudiciais a saúde.

Em alguns casos a presença de certos microrganismos podem ser até letais, como no caso da bactéria Legionella pneumophyla que em condições específicas poderá estar presentes em dutos de ar condicionado.

A manutenção periódica de seu equipamento de ar condicionado não garante totalmente um serviço livre de substâncias inapropriadas e causadoras de doenças. Somente através da análise da qualidade do ar é possível identificar as condições do ar ambiente e então tomar as medidas necessárias para a correção.

Estudos realizados pela EPA (Environmental Protection Agency) aponta que a qualidade do ar interior pode ser até 10 vezes pior que do ar externo, tal constatação deve-se ao fato que microrganismos (Exemplo: Fungos, vírus, bactérias e etc.) e poluentes diversos ficam retidos em ambientes sem ventilação natural, acumulando-se no ar e estando ali por muito mais tempo, situação que tende a ser pior em ambientes climatizados onde não se fiscaliza as condições de equipamentos de ar e também se descarta a Análise da Qualidade do Ar, que é imprescindível para averiguar se os padrões de qualidade do ar estão satisfatórios, e o ar interior encontra-se livre de agentes que venham a ser prejudiciais a saúde.

Ambientes climatizados onde não se leva em conta a qualidade do ar interior tendem a ser propícios para o agravamento de doenças respiratórias e até o desencadeamento de novos problemas de saúde em pessoas até então saudáveis.

Como visto anteriormente a qualidade do ar é um assunto sério, tanto que a ANVISA vistoria tal parâmetro em suas visitas em locais de uso público e coletivo, tendo como base a Resolução 09, a lei responsável por ditar os padrões de qualidade do ar.

A ANVISA é um órgão federal rígido, e possui sua própria equipe responsável por fiscalizar ambientes climatizados de uso público ou coletivo classificando se os mesmos encontram-se dentro dos índices de poluentes aceitáveis pelas suas próprias leis vigentes. Quando os índices excedem os números pré-estabelecidos, o resultado é a aplicação de multas que variam de R$2.000 á R$200 mil reais, portanto a realização semestral da análise da qualidade do ar é obrigatória.

Quais os parâmetros no ar são avaliados para determinar sua qualidade?

São avaliados:

1- Pesquisa e contagem de fungos – Atentando que é inaceitável a presença de fungos patogênicos e toxigênicos

2- Dióxido de carbono – Para avaliar se o sistema é capaz de realizar a renovação do ar.

3- Determinação de temperatura, umidade e velocidade do ar – Assegurando o conforto térmico dos ocupantes.

4- Aerodispersóides totais – Poeira total

Padrões de Qualidade do Ar Climatizado – ANVISA

A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou em Outubro de 2003 a RE 176/00 que define os padrões de análise da qualidade do ar interior em ambientes climatizados de uso público ou coletivo e quais procedimentos que devem ser utilizados pela vigilância sanitária e usuários de serviços de ar climatizados tornando obrigatório por lei a fiscalização da qualidade do ar.

Posteriormente em Janeiro de 2003 a RE 176/00 foi substituída pela RE09 e foram adicionados novos critérios a serem seguidos pelos usuários de ar climatizado em ambientes de uso público ou coletivo.

Deve ser destacado na RE09 o propósito da ANVISA em dar a população o conhecimento sobre como se encontra a qualidade dos ambientes climatizados artificialmente de uso público e coletivo que elas frequentam, outro grande aspecto da RE 09 são os novos parâmetros de como deve ser realizada a inspeção dos ambientes dentre outros critérios de qualidade.

Realizamos análises de ar seguindo a Resolução - RE n° 9, de 16 de janeiro de 2003 - Anvisa e a norma NBR ISO/IEC 17025:2005.